Ouvir quem faz o trabalho.
Perceber o cliente, acompanhar a operação e confrontar os números com aquilo que as pessoas vivem todos os dias.
Ajudo negócios de compra ponderada a ligar marketing, vendas, clientes e tecnologia para crescer. Trago a experiência de construir a SmartLinks, ouvir quem faz o trabalho e transformar conhecimento em decisões que conseguimos pôr em prática.

Trabalho com empresas em que comprar exige comparar alternativas, perceber o valor e ganhar confiança. Pode ser uma solução para outra empresa ou um serviço de valor elevado para uma pessoa. O marketing precisa de acompanhar essa decisão e a experiência que vem depois.
É por aqui que gosto de começar. Interessa-me perceber quem estamos a tentar ajudar, o que lhe prometemos e se a empresa consegue cumprir essa promessa ao longo da relação.
Depois ligamos os pontos: a forma como comunicamos, o trabalho comercial, os dados de que precisamos e aquilo que a equipa consegue entregar. Uma decisão sobre tecnologia ganha sentido dentro deste contexto.
Clarificar quem queremos servir, por que razão nos devem escolher e como ligamos a procura ao trabalho comercial. O diagnóstico inclui o percurso de compra, a entrega e os motivos que fazem o cliente continuar.
Clarificar o posicionamento, alinhar marketing e vendas e decidir onde investir primeiro.
02Ligar processos comerciais, dados e CRM para dar visibilidade à receita.
03Preparar conhecimento, critérios e responsabilidades para trabalhar com IA e agentes.
04Tornar a experiência da empresa mais fácil de encontrar, compreender e citar.
Perceber o cliente, acompanhar a operação e confrontar os números com aquilo que as pessoas vivem todos os dias.
Escolher o problema, combinar critérios de qualidade e resultado e dar a cada decisão um responsável.
Começar com um âmbito que conseguimos avaliar. Se a hipótese não se confirmar, revemos a decisão e usamos essa aprendizagem.
Na SmartLinks, os relatórios consumiam muito tempo da equipa. Parecia um bom ponto de partida para a IA. Investi num projeto de automatização e, meses depois, ainda não tínhamos uma solução que pudéssemos usar como pretendíamos.
O contexto de cada cliente, o raciocínio de quem o acompanhava e os critérios de um bom relatório estavam, em grande parte, na cabeça das pessoas. Eu tinha pedido uma solução antes de compreender suficientemente o problema.
Essa experiência mudou a forma como trabalho: ouvir quem executa, organizar o conhecimento, definir critérios e testar com pessoas capazes de avaliar a qualidade.
Ouvir a história no webinar da AMD ↗Acredito que vamos passar cada vez mais tempo a definir o trabalho e a avaliar resultados, enquanto agentes de IA executam partes da operação. Para isso funcionar, o conhecimento sobre clientes, negócio e equipa precisa de estar organizado, atualizado e disponível no contexto certo.
Interessa-me ajudar a fazer essa passagem: tornar explícito o que hoje está na cabeça das pessoas, definir o que significa fazer bem e decidir onde um agente pode agir, onde deve pedir ajuda e quem responde pelo resultado.
A relação com o cliente faz parte desse contexto. Conhecer uma pessoa, cumprir um compromisso e perceber quando a situação mudou continuam a contar na forma como gerimos o negócio.
A minha abordagem à IA e aos agentesO meu percurso, as pessoas com quem construí a SmartLinks e as decisões que nos permitiram continuar a trabalhar juntos. Falo de vendas, de valores e do que fui aprendendo com os erros.
Ver a conversa a partir de «ligar pontos» · 15:02 ↗Processos frágeis e crescimento · 25:11 ↗Partilho uma tentativa de automatizar reporting na SmartLinks, o que não ficou pronto para utilização e como isso mudou a minha abordagem ao conhecimento, aos processos e à validação.
Ver o caso contado por mim · 10:22 ↗A responsabilidade pelo diagnóstico · 1:04:47 ↗O que distingue uma marca encontrada, mencionada, citada ou recomendada numa resposta de IA.
Ler original no LinkedIn ↗Porque a escolha de software precisa de partir dos processos, das responsabilidades e do trabalho a melhorar.
Ler original no LinkedIn ↗Uma reflexão sobre seleção de informação, qualidade das fontes e capacidade de análise dos modelos.
Ler original no LinkedIn ↗Sou Rui Martins, empresário, consultor de marketing e cofundador da SmartLinks. Aprendi a vender, a trabalhar com mercados internacionais e a construir uma empresa com pessoas em quem confio. Essa experiência acompanha as perguntas que faço e as decisões que ajudo a tomar. Conhecer o meu percurso e aquilo em que acredito.
Ajuda a empresa a compreender os clientes, clarificar o posicionamento e escolher como comunicar, gerar procura e acompanhar oportunidades. O meu trabalho liga essas decisões às vendas, à entrega e à continuidade da relação com o cliente.
Trabalho com negócios de compra ponderada: o cliente precisa de informação, comparação e confiança antes de decidir. Isso pode acontecer em B2B ou na venda de produtos e serviços de valor elevado a consumidores. O âmbito depende do problema e da capacidade da empresa para avançar.
Sou cofundador da SmartLinks. A consultoria pode orientar a equipa da empresa e, quando necessário e acordado, articular-se com a estratégia, implementação e acompanhamento pela equipa SmartLinks.
Começamos por uma conversa sobre o negócio, o problema e o que já foi tentado. Antes de avançar, combinamos o âmbito, as entregas, os responsáveis e os critérios para avaliar o resultado.
Aqui partilho a minha forma de pensar e acompanho decisões sobre crescimento, clientes e tecnologia.
Conversar sobre o negócioA empresa que ajudei a construir. A equipa liga estratégia, implementação e acompanhamento da operação.
Conhecer a SmartLinks ↗Uma iniciativa da SmartLinks para partilhar conhecimento e ferramentas sobre operações de receita.
Explorar o RevOpsHubs ↗Uma primeira conversa para compreender o contexto e avaliar se faz sentido trabalharmos juntos.